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Cláudio Barros |
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Local
e data de nascimento
Cláudio Ribeiro Barros
Rio de Janeiro/RJ, Brasil, 1963
Pintor.
Nota Biográfica
Freqüentou Cursos Livres de Pintura, Desenho, Escultura,
Modelo Vivo e História da Arte na escola de Arte
Aluno Rodrigo Melo Franco de Andrade – Fundação
de Arte de Ouro Preto – FAOP, em 1982, onde estudou
Gravura em Metal com Clebio Maduro e Ana Amélia
Rangel, Teoria da Cor com Eduardo de Paula, Estrutura
e Composição com Amílcar de Castro;
em 1983, freqüentou o ateliê de Carlos Scliar.
Em 1985, cursou desenho com Cássio Michalani, de
1994 a 1996, cursou educação Artística
na Faap. Desenvolveu projetos em arte educação
em diversas instituições desde 1985. Em
1997, foi co-fundador da Cooperativa Paulista de Artistas
Educadores, exercendo a presidência até 2001.
“Pinto, porque gosto e porque quero me comunicar...”
Vi Scliar dizer isso várias vezes ao longo do vídeo
feito por ocasião de sua grande retrospectiva,
anos atrás no MAM do Rio. Encho-me de admiração
e respeito pelo homem de ateliê. Sua coragem nos
contagia ao dizer isso, assim, como confissão,
diante da enormidade de atributos do mundo da arte, conceitos,
questões, crítica, público, mercado
etc etc, definindo-se pelo compromisso com o seu ofício,
metáfora de seu profundo amor pela vida, pelas
pessoas e também pela produção daqueles
que conhece e aprende a admirar... Nasci pintor.
Foi o que me dei conta, quando eu o conheci em Ouro Preto.
E convenceu-me também de que eu podia viver, ou
melhor, sobreviver da pintura. Dessa pintura a qual me
agarrei como a única e derradeira chance de viver
com integridade. Hoje, digo por mim: Pinto porque gosto,
porque preciso, porque é o melhor que posso fazer.
Diante desta produção, que agora tenho o
prazer de expor na Galeria Paulo Prado, localizo a vontade
de construir lugares, lugares do olhar, como se a pintura
pudesse revelar o maravilhamento diante do mundo. O meu
olhar persegue o comum, talvez o quase banal, uma coisa,
ainda que sem importância, por algum motivo, me
desperta um tipo de amor. Este sim é o modelo que
vai me guiar na construção da minha pintura.
Um ato de contemplação, de compreensão.
(Cláudio Barros, Catálogo da individual
na Paulo Prado Galeria de Arte, em 2002)
Exposições
Individuais
Em 1990, Galeria de Arte Paulo Prado/SP; em 1993, Galeria
de Arte Paulo Prado/SP; em 1995, Galeria Sesc Paulista/SP;
em 1996, Casa Povoador da Secretaria Municipal de Cultura
de Piracicaba/SP; em 1999, Corpo-Flor – EAIS. Bernardo/SP;
em 2000, Territórios do Olhar – Parque Escola
DEPAVE Prefeitura Municipal São André/SP;
em 2002, Lugares do Olhar na Galeria Paulo Prado.
Coletivas
Em 1990, Coletiva da Galeria Oscar Seraphico em Brasília/DF;
em 1992, Coletiva Chapel Art Show/SP, Atelier Aberto com
Jacques Jesion/SP; em 1993, VI Bienal de Artes Santos
e I Salão MAM – Bahia de Artes Plásticas;
em 1995, Selecionados do Prêmio Günter no MAC/USP
e 20 Anos da Cabot no Brasil no MUBE/SP; em 1996, Coletiva
Encontro na Galeria Alliance Française e VI Salão
de Arte Contemporânea da São Benrnardo do
Campo/SP – Prêmio aquisição;
em 1997, Similitudes – Segundo Encontro no Centro
Universitário Maria Antônia USP/SP; em 2001,
I Bienal de Artes Plásticas de Jabuticabal.
Acervos
Centro Universitário Maria Antônia USP, Sesc
Paraíso, Sesc Pinheiros, Sesc São Carlos,
Município de São Bernardo do Campo SP, Município
de Piracicaba, DEPAV do Município de Santo André.
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obras |
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